segunda-feira
Os benefícios do trabalho voluntário
Como se sabe, alguns criminosos menores de idade são convocados para o trabalho voluntário.
Para quem não tem responsabilidade e muita noção do que é a vida, ser preso seria mais vantajoso do que o trabalho voluntário, o que envolve muitas vezes prestar ajuda a instituições de caridade, casas de abrigo, pessoas com câncer, ou mesmo serviços públicos, como varrer a rua, por exemplo.
E fazer isso de modo voluntário, ou seja, sem remuneração alguma pelo serviço prestado. Por isso, que muitas pessoas que participam do trabalho voluntário, se recuperam mais rápido e melhor de vícios como a droga, ou se libertam dos crimes, por que uma hora ou outra, aprendem a valorizar o trabalho e ganham um sentido em suas vidas. Pessoas que não cometem crimes, também podem e muitas são voluntárias.
Essas na maioria das vezes ajudam lares e abrigos, e participam de programas como a escola da família. É ai que aprendem muitas coisas, por observar a dificuldade e a carência das pessoas, e ver que a realidade é bem diferente do que se imagina. Os benefícios do trabalho voluntário são muitos, entre eles é a mudança do modo como vê o mundo.
As pessoas que participam no trabalho voluntário mudam seu modo de encarar a vida e o próximo, o que lhes trás muitos benefícios ao longo da vida, pois passam a enxergar o mundo de uma maneira real, e a ter mais compaixão e julgar menos o próximo pela sua aparência ou suas atitudes, além de ser uma ocupação, o trabalho voluntário é também um aprendizado que será benéfico para a vida toda.
terça-feira
Solidariedade em Prol de Santa Barbara do Sul
Nesse momento todos nos unimos para ajudar na reconstrução de Santa Barbara do Sul.
De acordo com a Defesa Civil, os itens urgentes são: cobertores, colchões, materiais de higiene e alimentos não perecíveis.
As doações podem ser entregues na Defesa Civil, na Central de Doações da capital: Av.Borges de Medeiros, 1501 ou entrar em contato pelos fones > 51 9224.4324/ 9444.6336 que nosso Grupo busca o material.
Também é possível fazer doaçoes em dinheiro a um fundo destinado aos desabrigados:
Banco Banrisul
Ag. 0341
Conta 0401084200
segunda-feira
Adoção
Na experiência humana a realidade será sempre precedida de um sonho. O pensamento, a imaginação, a idéia compõem o cenário da montagem da realidade. O sonho não é antagônico à realidade. Pelo contrário, está incrustado na sua origem.
Essa observação vem a propósito da tentativa de entender o sentido do filho para a pessoa humana. O filho será sempre um sonho, mesmo que, ás vezes, se torne um pesadelo diante das fantasias e dos desejos que acalentamos em nosso psiquismo. Sonho e realidade se complementam no processo de geração e interação com o filho.
A adoção não pode ser encarada apenas como um fenômeno operacional. Não se trata de montar um sistema operacional que leve a localizar uma criança para torná-la filho. O filho adotivo não vem de fora; vem de dentro, como de dentro vem o filho biológico. Isto é, o filho que se adota é o filho que, afetivamente, é “gestado” no psiquismo de seus novos pais.
Na relação adotiva o apego afetivo cresce de importância pela inexistência da ligação biológica na parentalidade. Isso nos leva a pensar que a verdadeira parentalidade se fundamenta no vínculo afetivo, colocando todos os filhos no mesmo nível de importância, isto é, os filhos, gerados por nós ou não, precisam, necessariamente, ser adotivos. Quem gera filhos é genitor. Para atingirmos a condição de pais, precisamos mais do que gerar; é imprescindível estabelecer uma relação afetiva. Assim, todos os filhos precisam, sem exceção, ser adotados afetivamente. O grande desafio que temos diante de nós é transformar o puramente biológico em marcadamente afetivo. O filho adotivo não é uma prótese que venha substituir uma deformidade.
*Trecho extraído do site www.amigosdelucas.org.br - Uma Psicologia da Adoção
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